DF: Águas Claras se torna a 2ª cidade com mais casos de Covid-19



Por: Amarildo Mota

O mais recente boletim da Secretaria de Saúde mostra que Águas Claras já é a segunda cidade do Distrito Federal com mais casos de coronavírus registrados. São 64 moradores da região administrativa doentes. Até essa sexta-feira (10/04), o bairro ocupava a terceira colocação em números absolutos.ITO 

O Plano Piloto lidera a estatística de contaminados pela doença 166 casos confirmados. O Lago Sul aparece em terceiro.

DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
Quando é  analisado a taxa de incidência, no entanto, o raking mudao lago  sul, com quase 205 pessoas contaminadas a cada 100 mil habitantes, é o primeiro. Em segundo lugar está Sudoeste/Octogonal, com 72 pessoas nesta proporção, assim como o Plano Piloto. Antes de Águas Claras, que tem 37 infectados para cada 100 mil pessoas, aparece o Lago Norte, com 51.
Números totais
Ao todo, são 592 casos de coronavírus no DF. O número representa uma crescente de 29 pessoas a mais do que o número de Covid-19 divulgado na sexta-feira (10/04), de 563. A capital do país tem 14 mortes em decorrência da doença.
Dos casos confirmados, 342 (58%) são do sexo masculino, com idade média de 42 anos, com maior proporção na faixa etária de 30 a 39 anos e maior incidência na faixa de 80 ou mais anos. Entre eles, 57 (10%) estão hospitalizados, 32 destes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Dos casos notificados, 545 (92%) são residentes do DF. Duzentos registros (34%) foram classificados como transmissão comunitária, quando não se sabe mais a origem da contaminação.
Durante este sábado, a quantidade de moradores com Covid-19 foi subindo ao longo do dia. Mais cedo, a capital da República tinha 579 casos de coronavírus.

A capital do país tem 148 pessoas que se recuperaram da doença.
Gravidade das infecções
São consideradas infecções leves, os casos em que o paciente apresenta versão mais branda, fica em isolamento domiciliar e tem acompanhamento da Secretaria de Saúde.
Já as moderadas/graves indicam os internados em leitos gerais dentro de hospitais. Eles sentem falta de ar, mudança na frequência respiratória e problemas na saturação de oxigênio no sangue.
As infecções críticas/graves são para os pacientes internados em UTIs. Eles têm insuficiência respiratória, choque séptico e possibilidade de falência múltipla dos órgãos.